Deus Ex: Human Revolution

“Deus Ex: Human Revolution” é o terceiro capítulo da série que mistura jogo de tiro em primeira pessoa e RPG. Produzido pela Eidos, o título é um prólogo, isto é, conta os eventos anteriores ao primeiro game da série, com temática ciber-renascentista.

 

 

 

 

 

 

 

 

O jogo se passa 25 anos antes do primeiro título, no ano de 2027. O protagonista é Adam Jensen, um especialista em segurança que trabalha em uma empresa de nanotecnologia. Em um ataque violento, ele é forçado a lutar pela sobrevivência e encontrar os responsáveis.

O jogador visita cinco metrópoles durante a aventura, incluindo e Detroit (nos Estados Unidos), Montreal (no Canadá) e Xangai (na China). Além disso, Jensen tem o seu próprio apartamento, onde pode armazenar seus segredos e informações coletadas. A narrativa é repleta de mistérios e conspirações, em um cenário futurista sombrio e perigoso. Os eventos do jogo levam à formação da UNATCO, uma agência de combate ao terrorismo, que aparece no primeiro game da série.

O tema central do jogo é a utilização da cibernética, biotecnologia, nanotecnologia e outras pesquisas no aprimoramento do corpo humano. Quais os benefícios e malefícios em ter um corpo ciberneticamente modificado? Adam possui vários implantes do tipo no corpo e, graças a isso, possui habilidades sobre-humanas que ajudam na batalha.

A mecânica do jogo é dividida em quatro estilos: combate, ação furtiva, interação social e invasão de sistemas. Usando esses mecanismos, o jogador pode terminar a história sem matar um único inimigo, exceto pelos chefes. O título também deve trazer uma enorme lista de decisões morais para tomar, que afetam o decorrer e o futuro da aventura. Cada esquadrão inimigo conta com um líder que direciona as ações do grupo – acabe com o líder e a equipe fica em desordem. Os inimigos também reagem às decisões mais sutis do jogador, como uma mudança de comportamento ou de armas.

Diferente do jogo anterior, as armas disparam diferentes tipos de munição e elas também podem ser melhoradas. Outro elemento adicionado em “Human Revolution” é a capacidade do personagem regenerar energia aos poucos automaticamente, algo que não existia nos jogos anteriores e que, segundo os produtores, ajuda a criar um ritmo mais fluido e agradável.
Apesar de ser essencialmente um jogo de primeira pessoa, em alguns momentos a visão pode mudar para uma perspectiva em terceira pessoa, como quando se usa o sistema de cobertura, habilidades especiais ou golpes fatais instantâneos.

 

 

 

 

 

 

 
fonte:uol
Abraços
Rafael!!!

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