15th

Resenha: The Mars Volta – Noctourniquet

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  1. The whip hand
  2. Aegis
  3. Dyslexicon
  4. Empty vessels make the loudest sound
  5. The Malkin Jewel
  6. Lapochka
  7. In Absentia
  8. Imago
  9. Molochwalker
  10. Trinkets pale of moon
  11. Vedamalady
  12. Noctourniquet
  13. Zed and Two Nautghs

 

E aqui estamos nós, estreando mais uma sessão dentro do 90 decibéis.

Como eu havia mencionado no post sobre o Alter Bridge, que inaugurou a sessão “90 decibéis recomenda”, uma vez por mês, também traríamos uma resenha de algum álbum recém saído do forno.

Lá nos primórdios dessa coluna, cheguei a fazer uma resenha sobre o álbum “Different gear still speading” do Beady Eye, mas à época, não era comportada a ideia de uma sessão especial para as resenhas.

Então, a primeira resenha oficial dessa sessão será do mais recente álbum (óbvio) do Mars Volta, intitulado “Noctourniquet”.

Trata-se do sexto álbum de estúdio desses estadunidenses, colocado a disposição dos fãs no final de março de 2012.

Logo de cara, na primeira música “The whip hand”, é notório que a banda continua a mesma, ou seja, não se sabe o que devemos esperar do álbum. A psicodelia é tanta, que nem mesmo o sempre excelente vocal de Cedric Bixler-Zavala facilita a classificação do tipo musical no qual a banda se encaixa.

Às vezes, encontramos uma pegada hard rock, como podemos perceber em “Molochwalker” e nas guitarras mais pesadas e no refrão rasgado de “Aegis”. Outras vezes, encontramos um jazz fusion, como na canção “The Malkin Jewel”.

Mas o Mars Volta não só usa vários estilos num mesmo álbum, como também usam varias estilos nas mesmas músicas. E apesar da variação musical, a psicodelia é regra em todas as faixas do Noctourniquet. Em dados momentos, como em “Dyslexicon” e “In Absentia”, os vocais ficam quase que em segundo plano diante da intensidade dos efeitos utilizados.

O ponto alto do álbum fica por conta da calma, mas não menos psicodélica, “Imago” e da harmonicamente triste e vocalmente perfeita “Empty vessels male the loudest sound”.

São treze faixas muito bem produzidas. Canções que alternam entre a agressividade e calmaria (às vezes com os dois elementos na mesma música). Chamar o som dos caras de louco, não seria inapropriado, nem pejorativo. Ouso dizer que o Mars Volta não agrada qualquer ouvido, pois suas composições estão longe daquilo que a sociedade classifica como popular… Ainda assim, o Noctourniquet é mais um excelente álbum da banda, e altamente recomendável.

 

 


15 de Maio de 2012 por psyincubus às 09:28 Comente aqui
24th

90 Decibéis recomenda

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Alter Bridge

Agora que a nossa amada coluna musical regressou, decidi, sem comunicar a chefia (PC, me perdoa, cara!), fazer umas mudanças por aqui. Além dos artigos que são o carro chefe dessa coluna, uma vez por mês, teremos um texto dedicado a apresentar uma banda/artista aos leitores. Da mesma forma, também teremos, uma vez por mês, uma resenha de algum novo álbum no pedaço.

Hoje estamos na casa do “apresenta”. O intuito aqui, na verdade, é falar de música. Ou seja, não necessariamente esse texto será sobre bandas mais desconhecidas do público, podendo, vez ou outra, aparecer um gigante da música mundial como foco.

Hoje, a banda escolhida é o Alter Bridge.

Primeiro, é preciso dizer que o grupo americano nasceu em 2004, após a pausa do Creed. O projeto era ideia do guitarrista Mark Tremonti, que ambicionava uma musicalidade mais introspectiva em sua carreira. Juntamente com outro integrante do Creed, o baterista Scott Phillips, além do baixista Brian Marshall e o vocalista Myles Kennedy, estava formado o Alter Bridge.

Sob a minha ótica, a banda é um Creed mais pesado e com um vocalista com muito mais potência nas cordas vocais do que Scott Stapp. Pra quem duvida, basta ver Myles Kennedy cantando nos shows do Slash (que o escolheu como vocalista da turnê) e verificar, além de tudo, a versatilidade vocal do músico. É impressionante.

O Alter Bridge, que recebeu tal nome em função de uma ponte na cidade natal de Tremonti, possui três álbuns de estúdio lançados até o presente momento. São eles:

One Day Remains (2004): o primeiro single da banda, obviamente, está aqui. Trata-se de Open Your Eyes, que parece ter sido escolhido a dedo para mostrar a todos o que Myles Kennedy é capaz de fazer. Metalingus e Broken Wings são dois bons destaques desse primeiro álbum.

Blackbird (2007): o segundo álbum da banda elevou um pouco a obscuridade das músicas. Destaques para a homônima Blackbird, Before Tomorrow Comes e Watch Over You.

AB III (2010): All Hope is Gone, Wonderful Life, Life Must Go On, e o primeiro single, Isolation, são destaques no terceiro album da banda.

Em 2012, o Alter Bridge decidiu dar um tempo, já que o Creed estava pra voltar e Myles Kennedy continuaria seus trabalhos com Slash.

A Previsão de retorno dos caras é para 2013. Espero que, com um ótimo quarto álbum.

24 de Abril de 2012 por psyincubus às 10:12 Comente aqui
20th

Trailer: Rise of the Guardians

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Papai Noel de Tatuagem, Sandman brincalhão, Coelho da Páscoa ninja e por aí vai:

20 de Abril de 2012 por admin às 11:08 Comente aqui
04th

Chico Anysio: Meu Sonho na Vida

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04 de Abril de 2012 por admin às 15:07 Comente aqui
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Rafinhas Bastos de Frente com Gabi

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Recentemente o Rafinha Bastos foi entrevistado por, na minha opinião a melhor entrevistadora do país, Marília Gabriela. E o comediante falou tudo sobre ele e as recentes polêmicas que o envolviam. Confiram e tirem suas conclusões:

 

28 de Março de 2012 por admin às 13:30 Comente aqui
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